21 de agosto de 2017

Pode uma professora “evangélica” ensinar alunos a fazer mapa astral sem o consentimento dos pais?


Pode uma professora “evangélica” ensinar alunos a fazer mapa astral sem o consentimento dos pais?

Julio Severo
Uma professora chocou as redes sociais na semana passada ao confessar suas atividades com os alunos. Ela disse:
“Uma das atividades ‘diferentes’ que eu faço com os alunos — sempre que estudamos Pérsia e Zoroastrismo — é pesquisar os signos do zodíaco e montar seu próprio mapa astral na internet, investigando como se configura e etc. Sempre encontro uns mapas muito legais, como o dessa aluna que forma um retângulo perfeito.”
Sempre que estuda Zoroastrismo, ela leva os alunos a “pesquisar” os signos do zodíaco e montar seu próprio mapa astral na internet.
Sempre ela encontra uns mapas muito legais.
Eu, como evangélico, não vejo absolutamente nada de legal nisso. Sempre que vejo um professor trazendo ocultismo para alunos em sala de aula, fico revoltado.
Justificadamente, muitos pais cristãos também não achariam nada legal e ficariam revoltados se soubessem que uma professora (conforme seu próprio desabafo e confissão) está instigando os alunos em práticas de astrologia, inclusive fazendo mapas astrais.
Eles ficariam ainda mais chocados se soubessem que a professora é evangélica. Tal comportamento é digno da maluquice de um evangélico petista apóstata.
O choque só aumentaria se os pais soubessem que a professora é evangélica, mas não tem nada a ver com o PT. Pelo contrário, ela detesta o PT — como eu também sempre detestei.
A professora Ana Caroline Campagnolo justificou sua atividade com os alunos dizendo que foi mera “pesquisa” — uma justificativa rasa parecida com as respostas evasivas que Olavo de Carvalho dá quando indagado sobre seu passado de astrologia. Ele se limita a dizer que apenas “pesquisou” e “estudou” a astrologia, quando na verdade ele fundou no Brasil a primeira associação de astrologia e a primeira escola de astrólogos. Muito mais que estudar, ele formava astrólogos que praticavam o que ele ensinava.
Não é só nas respostas e justificativas que aparecem as semelhanças. Campagnolo é aluna destacada do COF (Curso Online de Filosofia) de Carvalho, cuja visão gnóstica é aberta ao “estudo” e “pesquisa” da astrologia e outras áreas ocultistas.
Ela também é adepta entusiástica de Carvalho, com um perfil de Facebook que faz propaganda contínua das ideias dele. Não é, pois, coincidência que a adepta do maior astrólogo brasileiro trate a astrologia sem a seriedade que a Bíblia trata. Cedo ou tarde, a astrologia e outras espécies de ocultismo acaba infectando a vida dos alunos e adeptos de Carvalho. O que Campagnolo vem fazendo em sala de aula é prova suficiente disso.
Ao ensinar alunos a fazer mapas astrais, Campagnolo seguiu a linha gnóstica de Carvalho, em contrariedade à Bíblia, que proíbe a astrologia em Deuteronômio 4:19; 18:10 e Isaías 47:13.
Ela colocou, nas suas atividades e justificativas, a influência de um mero mestre de carne e osso (e embruxações) acima do Mestre da Bíblia, Jesus.
Talvez ela tivesse ficado tão empolgada com as aulas antimarxistas do COF que ela não se viu sendo tragada pela influência esotérica e gnóstica que têm presença tão forte no COF quando o ativismo antimarxista. Embora seja possível “reter o que é bom” em muitos tipos de cursos, no caso de Campagnolo isso parece não ter sido possível.
Não é de hoje que cristãos, ao mergulhar em ativismo antimarxista (um bom ideal) acabam mergulhando em ativismo esotérico. O livro A Cruz de Hitler, do Rev. Erwin Lutzer, aponta que evangélicos e católicos da Alemanha foram politicamente seduzidos e ganhos pelo discurso antimarxista do nazismo que era essencialmente esotérico. A astrologia não era algo condenável no nazismo, nem é no COF e, ao que tudo indica, nem nas aulas de Campagnolo, que, por sua própria confissão, “sempre acha uns mapas astrais muito legais.”
Se Campagnolo praticasse (ou, na terminologia dela, “estudasse”) astrologia sozinha e fizesse mapa astral na casa dela só para ela, ainda assim o “estudo” dela estaria contra a Bíblia e daria para se dizer que ela está embruxada. Mas levar para a sala de aula suas práticas (“estudos”) de astrologia, encorajando os alunos a fazer mapa astral, é embruxar a vida dos outros. É embruxar a vida dos alunos. Ela passou de embruxada para embruxadora, tal qual Carvalho e seu COF, que são embruxados e embruxadores.
Embora Campagnolo não tenha presença forte na mídia evangélica, o Portal GospelMais a identifica como ativista do movimento “Escola Sem Partido.” Em matéria sobre Campagnolo, o GospelMais disse:
“O projeto Escola sem Partido vem gerando um intenso debate na sociedade brasileira por querer banir das salas de aula a doutrinação ideológica/partidária imposta por muitos professores militantes políticos.”
O GospelMais também disse:
“Por fim, Ana Caroline Campagnolo tem recebido vários elogios por quem apoia o projeto Escola Sem Partido, que combate a doutrinação nas salas de aulas acerca de temas ideológicos, como questões políticas e sexuais. Entre suas intenções, além de cobrar por justiça, é servir de exemplo para que outros alunos não se deixam intimidar por tentativas de manipulação do conhecimento, especialmente se tal violação for motivada por intolerância religiosa.”
Isso se aplica a ela também. Embora ela tenha visto sua própria atividade de ensinar alunos a fazer mapas astrais (para alegria do “mestre” Carvalho e tristeza do Mestre Jesus) como mero “estudo” ou “pesquisa,” os pais cristãos preocupados veriam, justificadamente, como “tentativas de manipulação do conhecimento,” “tentativas de manipulação espiritual” ou “tentativas de manipulação religiosa.”
Embora ela ache alguns mapas atrais muito legais, é provável que muitos pais cristãos achassem todos esses mapas nada legais. Quem respeita e ama a Bíblia nunca achará nada de legal na astrologia.
Campagnolo acabou apagando seu post polêmico, mas não por arrependimento. Em vários posts posteriores, ela tentou justificar suas ações com os alunos, como se tudo não passasse de “pesquisa.” Se era aparentemente só isso, por que apagar o post? Quem não deve não teme.
Acho louvável uma Escola Sem Partido e uma Escola Sem Marxismo. Mas se esse projeto não incluir explicitamente uma Escola Sem Astrologia e uma Escola Sem Esoterismo, será como dar veneno de rato para uma vítima que está sob efeito de veneno de cobra. É trocar seis por meia dúzia.
O antídoto para o marxismo não é o esoterismo. O antídoto para o marxismo e o esoterismo é o Evangelho puro e simples, que expulsa demônios, inclusive de astrologia e esoterismo.
Já que como evangélica Ana Caroline Campagnolo não compreende que sua responsabilidade é levar o bom cheiro do Mestre Jesus e seu Evangelho, não o mau odor de um astrólogo e seu esoterismo, à sala de aula, cabe aos pais agir para proteger seus próprios filhos de todo tipo de mau odor.
Enquanto Campagnolo tenta se justificar, sem pedir perdão aos pais e alunos, postei dois alertas no Facebook para ajudar os pais a se posicionar.
O que você, pai ou mãe, faria se soubesse que seu filho está sofrendo estupro ideológico ou astrológico em sala de aula?
Um professor, de escola pública ou privada, tem o direito de ministrar doutrinação marxista para seu filho em sala de aula? Ele tem o direito de ministrar astrologia e ensinar seu filho a montar seu próprio mapa astral?
Nos dois casos, cabe aos pais, não ao professor, decidir o que uma criança deve aprender. Afinal, os pais enviam os filhos à escola para aprender basicamente a ler, escrever, etc., não para serem vítimas de doutrinação marxista ou astral.
Sem a autorização expressa dos pais, toda doutrinação na escola é repugnante.
O pior é que no caso da astrologia a professora que ensinou alunos a fazer mapa astral se diz protestante — mas é olavete ou, como diz o astrólogo, “evanjegue.” Para fazer média com seu mestre-astrólogo, ela posa de professora boa pinta que ensina astrologia, mas ameaça processar qualquer professor que ensina marxismo.
Sim, professores que ensinam marxismo devem ser processados. E professores que ensinam mapa astral aos alunos sem o consentimento dos pais merecem o quê? São dois lados da mesma moeda representando professores que não respeitam a autoridade dos pais, que não respeitam a vulnerabilidade dos alunos e que estupram ideologicamente e astrologicamente crianças em sala de aula.
A professora protestante olavete, que já se queixou de perseguição religiosa, é ligada ao Escola Sem Partido.
É de recear uma Escola Com Astrologia e Mapas Astrais. E os pais têm todo direito de se queixar e processar.
A professora “protestante,” que é ligada ao olavismo, entre outras desculpas e desconversas depois de pega com a mão na massa, alegou que pode induzir alunos à astrologia e fazer mapas astrais porque o currículo nacional menciona zoroastrismo.
Ora, ela pode então também induzir alunos ao candomblé e à umbanda porque o currículo nacional faz várias menções positivas dessas religiões que o Cristianismo bíblico vê como bruxaria.
O currículo também menciona positivamente a homossexualidade. Tá liberada?
Só porque o currículo dá um sinal verde para o zoroastrismo, a professora está liberada para ensinar os estudantes a fazer mapa astral?
O astrólogo, que é “pai espiritual” dela, assegurou que ela está certa e está apenas seguindo o exemplo de um reformador luterano, assistente de Lutero, que era simpatizante da astrologia. É como dizer que o católico que comete pedofilia está apenas seguindo o exemplo de inúmeros padres condenados como pedófilos homossexuais.
Em todo caso, o que se vê não é a professora olavete elogiando diariamente o assistente de Lutero. O que se vê é ela bajulando diariamente o maior astrólogo da história do Brasil.
A influência sobre ela não veio do mau exemplo do assistente de Lutero. Veio do próprio astrólogo.
É louvável quando um professor cristão coloca Cristo acima de ideologias e de homens mortais. Mas é repugnante quando uma professora supostamente “protestante” coloca seu protestantismo a serviço de ideologias humanas que exaltam o marxismo e o ocultismo, inclusive o olavismo.
Professores que usam o currículo nacional para promover essas ideologias na sala de aula deveriam ser cobrados, inclusive judicialmente, pelos pais. Ou a proposta do Escola Sem Partido só se aplica à doutrinação marxista, não à doutrinação ocultista, nas escolas?
Ou o Escola Sem Partido só ajuda a proteger os alunos do marxismo, não da bruxaria escolar? Friso isso porque a professora em questão é garota-propaganda do Escola Sem Partido.
Afinal, o ocultismo (inclusive a astrologia e a bruxaria representada nas religiões afros) é tão nocivo quanto o marxismo.
Professores “protestantes” que colocam Cristo abaixo do marxismo, da astrologia e outras ideologias deveriam ser admoestados pelos pastores de suas igrejas. Os pais podem, porém, recorrer a recursos mais fortes para deter a sanha doutrinadora em sala de aula.
Se você conhece a igreja da professora que está seguindo o exemplo do maior astrólogo do Brasil envie esta mensagem ao pastor. Talvez ele possa ajudá-la.
Enquanto isso, os pais precisam ajudar seus filhos que estão na sala de aula dela. Doutrinação esotérica é tão perigosa quanto doutrinação marxista.
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19 de agosto de 2017

Pregação de Silas Malafaia na ExpoCristã em SP fala verdades nuas e cruas na presença de Doria e Alckmin


Pregação de Silas Malafaia na ExpoCristã em SP fala verdades nuas e cruas na presença de Doria e Alckmin

Julio Severo
É dever do cristão dar testemunho em todos os espaços. É exatamente isso o que o Pr. Silas Malafaia fez na ExpoCristã na cidade de São Paulo em 17 de agosto de 2017.
Sua mensagem enfatizou oração pelas autoridades e pela cidade, estado e nação, citando a passagem bíblica que diz: “Oreis pela paz da cidade porque na sua paz vós tereis paz.” Ele acrescentou: “Não é a polícia, não é o governo federal, não é o Exército, não é a Aeronáutica. O poder da oração do povo de Deus muda a cidade e o Estado.”
O vídeo da pregação de Malafaia está neste link.
A intercessão é, de longe, a necessidade mais urgente de um país. Nesse sentido, Malafaia tocou no ponto certo e prioritário.
Virando-se para o prefeito João Dória e o governador Geraldo Alckmin, que estavam presentes no culto da ExpoCristã, Malafaia disse que tanto o governador quanto o prefeito podem ter certeza de que receberão orações, frisando: “Se tem um povo que intercede pelas autoridades é o povo de Deus. Agora, na hora da eleição somos cidadãos e não negociamos princípios.”
“Quem quiser seguir seu caminho e quiser fazer graça para o politicamente correto, segue aí. Vai embora,” disse Malafaia bem aos ouvidos de Dória e Alckmin, “porque o politicamente correto é apoiar o aborto, o ‘casamento’ gay e ideologia de gênero e liberação de drogas.”
Ele deixou claro que os evangélicos não vão seguir os políticos politicamente corretos de jeito nenhum.
Por último, ele sugeriu como alvo de oração que o candidato presidenciável adequado precisa de três qualidades essenciais: competência política, competência administrativa e integridade.
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18 de agosto de 2017

Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'


Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'

Por Paula Paiva Paulo
O pastor Silas Malafaia, ao lado do governador Geraldo Alckmin e do prefeito João Doria, disse nesta quinta-feira (17) que quem apoiar "ideologia de gênero" pode "seguir seu caminho". O evangélico e as autoridades participaram da abertura da 13ª Expo Cristã, na Zona Norte de São Paulo.
"Aproveito para dizer para as autoridades, nós não vamos apoiar em nenhuma eleição quem apoiar ideologia de gênero. Quem apoiar segue seu caminho", disse o pastor. "Essa é uma das maiores engenharias do diabo para destruir a família".
"Eu conheço o gênero humano, sexo macho e fêmea", disse Malafaia. "Nós não negociamos nossos valores", completa.
O governador e o prefeito tomaram café da manhã com Malafaia e outras lideranças evangélicas antes da abertura do evento. Ao discursar, Doria se referiu a Malafaia como "meu amigo que tive a honra de dividir o café da manhã".
O prefeito disse ainda que o evento estimula a economia e geração de empregos da cidade, e elogiou a participação das igrejas na ajuda aos "mais vulneráveis".
"Pessoas que têm fé no coração são pessoas de bem, e o bem sempre prevalece contra o mal", disse o prefeito.
Questionado sobre a declaração de Malafaia em um evento no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin citou um santo católico. "Santo Agostinho dizia, ama e faz o que quiseres, porque quem ama, faz o bem".
Na Expo Cristã, o governador também elogiou o trabalho das igrejas na área social e a geração de empregos que a feira proporciona. O tucano também usou o púlpito para um discurso religioso.
"Nos momentos conturbados a igreja é o porto seguro. Vamos deixar essa divisão de nós contra eles para nos unir em torno de valores. E essa união das igrejas em torno de valores vai inspirar o Brasil", disse o governador.
Fonte: G1
Divulgação: www.juliosevero.com
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17 de agosto de 2017

Bandeira e constituição americana racista?


Bandeira e constituição americana racista?

Julio Severo
Está na moda hoje nos EUA banir a bandeira confederada, mas estranhamente não existe nenhum esforço para banir bandeiras e símbolos islâmicos.
Alegadamente, a bandeira confederada é racista — porque um homem demente, num caso bem isolado, matou alguns evangélicos negros numa igreja, enquanto muçulmanos massacram muitos cristãos por dia.
Sabe de uma coisa? Num desses dias vão descobrir que a bandeira americana foi feita por brancos anglo-saxões. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por brancos anglo-saxões.
E então? Daí, virará moda ver a bandeira e a Constituição dos EUA como “racistas,” e vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de negros, índios, chineses, brancos, etc.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita somente por pessoas que não eram homossexuais. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita só por pessoas que não eram homossexuais.
Para cessar essa “discriminação” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de homossexuais, bissexuais, metrossexuais e outras estranhas criaturas LGBTWYDXTZYSKS.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes.
Para exterminar essa “desigualdade” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição feita com a participação conjunta de muçulmanos, hindus, feiticeiros, etc.
Por favor, não me perguntem como serão a nova bandeira e Constituição dos EUA!
Versão em inglês deste artigo: Racist flag and Constitution?
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16 de agosto de 2017

Hitler era marxista?


Hitler era marxista?

Julio Severo
O nazismo foi marcado inicialmente por um grande programa eugênico de abortar e aplicar eutanásia em bebês e seres humanos “defeituosos.” Esse programa era cópia do programa eugênico americano com leis em vários estados que impunham esterilização compulsória em seres humanos “defeituosos.”
Nesse sentido, Hitler imitava os americanos. Ele só “avançou” a eugenia que os próprios americanos já praticavam.
Líderes nazistas tinham ligações com Margaret Sanger, a esotérica americana que inventou o termo “controle da natalidade.” Henry Ford, um dos maiores magnatas capitalistas dos EUA, havia apoiado o nazismo exatamente porque o nazismo era contra os judeus marxistas.
Os campos de concentração nazistas imitavam os campos de concentração que a Espanha ultra-católica impunha para controlar a população católica cubana no século XIX. A Espanha conseguiu uma recorde que nem a Alemanha nazista conseguiu: prender um terço da população cubana em campos de concentração, a maioria dos quais pereceram.
Ao contrário de Stálin, que era abertamente ateu, Hitler era nominalmente católico, e secretamente esotérico.
Stálin exaltava o ateísmo. Ele era um verdadeiro ateu. Só um verdadeiro ateu pode ser um verdadeiro comunista.
Hitler exaltava o esoterismo. Ele era um verdadeiro esotérico.
Um verdadeiro comunista só se sente à vontade sendo ateu. Um verdadeiro ocultista se sente à vontade no budismo, no catolicismo, no islamismo, no protestantismo tradicional, etc.
Os esotéricos costumam ser indivíduos confusos que confundem a todos.
Uma das características profundas de um homem ativamente envolvido no ocultismo é o homossexualismo. É normal, por exemplo, um bruxo ser homossexual. Quanto mais envolvido o homem está no ocultismo, mais ele mergulha no homossexualismo. Esse era o caso de Hitler. O livro “The Hidden Hitler” (O Hitler Secreto), escrito pelo professor alemão Lothar Machtan, mostra a homossexualidade de Hitler em 400 páginas.
O livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), de Scott Lively, mostra que a liderança do movimento nazista era composta de homossexuais “machões” que detestavam homossexuais “fêmeos.”
Mas uma das grandes confusões em torno de Hitler era que embora ele e sua cúpula nazista fossem homossexuais, eles perseguiam alguns homossexuais, de modo que a cabeça das pessoas entra em parafuso quando leem que ele era homossexual: “Mas ele não perseguia homossexuais?”
É o mesmo problema que se tem com o papa da época de Hitler. Há livros que acusam esse papa, que negociava com Hitler, de ser cúmplice do Holocausto por sua omissão e silêncio. Mas há alguns casos de judeus sendo salvos por algumas freiras e padres que foram computados na conta dele, de modo que o público hoje não sabe o que pensar, se ele era pró-nazismo ou pró-judeus. Há uma grande névo (ocultista?) em torno desse papa.
Enquanto é muito fácil identificar um verdadeiro comunista em seu ateísmo, é muito difícil identificar um esotérico, um ocultista, pois ele fica à vontade nas religiões, inclusive no catolicismo, parasitando-o e usando-o. O relacionamento entre Hitler e o papa da época é um dos capítulos mais obscuros e confusos da história do catolicismo.
Muito mais que símbolo político, a suástica nazista era um símbolo vindo diretamente do Tibete. Em seu livro “Hitler’s Cross: How the Cross of Christ was used to promote the Nazi agenda” (A Cruz de Hitler: Como a Cruz de Cristo foi usada para promover a agenda nazista), o autor Erwin W. Lutzer disse: “Quando os russos tomaram [Berlim] em 1945, eles encontraram mil cadáveres de tibetanos em uniformes alemães.”
O livro de Lutzer aponta claramente que Hitler não era ateu. Ele era ocultista.
Enquanto a propaganda comunista da União Soviética exaltava o indivíduo trabalhador, a propaganda da Alemanha nazista era pró-família: Exaltava em cartazes pai e mãe com filhos — algo impensável em propagandas comunistas.
Propaganda comunsita soviética exaltando o indivíduo
A União Soviética fazia questão de mostrar, em milhares de propagandas, que o centro da sociedade comunista soviética não era a família, mas o trabalhador, o indivíduo. O comunismo soviético era tudo, menos pró-família.
Em contraste, a Alemanha nazista fazia questão de mostrar, em milhares de propagandas, que o centro da sociedade nazista era a família com vários filhos. O nazismo era “pró-família.”
Propaganda nazista exaltando a família tradicional
Enquanto a propaganda da União Soviética exaltava o marxismo, a propaganda do nazismo atacava o marxismo.
A maioria dos judeus da Alemanha era grande apoiadora do marxismo e da União Soviética. Uma boa parte do ódio de Hitler contra os judeus era exatamente porque os judeus alemães eram comunistas ou simpatizantes do comunismo.
Apesar disso, o nome nazismo existe em referência a Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Era, no nome, socialista, porque era moda na época usar títulos socialistas e também porque os esotéricos confusos adoram confundir. Um dos maiores esotéricos do Brasil, por exemplo, usa palavrões porque em sua opinião essa foi uma estratégia bem-sucedida de Stálin. Talvez o futuro também o retrate como comunista, apesar de que ele é visto como um direitista que ataca o marxismo.
Por isso, é tão difícil entender os esotéricos. Eles misturam tudo para agradar a todos. Eles são confusos e confundem.
Hitler era marxista? Ele era um pouco de tudo. Ele era católico. Seu governo era “pró-família.” Ele era um pouco marxista e um pouco capitalista. Ele não ateu. Acima de tudo, ele era um ocultista homossexual.
Os judeus da época de Hitler já denunciavam que ele era homossexual. Mas a população católica e luterana alemã não acreditava, porque os judeus eram socialistas e o povo achava que que tudo não passava de era mera propaganda socialista contra Hitler.
Ocultistas tiram proveito da polarização. O nazismo se apresentou como antídoto ao marxismo.
O único antídoto ao marxismo e ao esoterismo é o Cristianismo com fundamentos na Bíblia. O resto é confusão e esoterismo.
O único antídoto para a polarização onde o diabo usa dois extremos opostos é o Cristianismo com fundamentos na Bíblia. O resto é confusão e esoterismo.
Faltava aos cristãos alemães o discernimento do Espírito Santo para ver que Hitler era um satanista homossexual cheio de confusões confundido tudo e todos com sua propaganda “pró-família” direitista contra o marxismo.
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15 de agosto de 2017

Justin Peters: o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja


Justin Peters: o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja

Julio Severo
Numa conferência apologética calvinista nos Estados Unidos na semana passada, Justin Peters declarou que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja.” (A declaração dele, gravada em vídeo em inglês, está aqui: https://youtu.be/4bMs1_WW8gE)
Justin Peters declarando que o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja
Ele também defendeu diálogo ecumênico com líderes islâmicos.
A declaração dele chocou, porque ele é conhecido por atacar televangelistas neopentecostais, tachando o neopentecostalismo como uma ameaça espiritual à igreja.
Ele é totalmente hostil ao diálogo com televangelistas neopentecostais, porque ele acredita na teoria de que o Espírito Santo não concede hoje dons sobrenaturais como profecias, revelações, sonhos, etc. Na lógica dessa teoria, se não é Deus quem dá hoje esses dons, só pode ser o diabo. Então os televangelistas são meros indivíduos possessos.
Se os muçulmanos fossem igualmente possessos, Peters sem dúvida jamais defenderia “diálogo” com eles!
E se a iniciativa de pedir diálogo” com líderes muçulmanos tivesse partido de um televangelista neopentecostal? Peters teria apoiado e aplaudido?
E se um televangelista neopentecostal tivesse declarado que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja”? Qual teria sido a reação dos apologetas calvinistas? Qual teria sido a reação de Peters?
Dias atrás, a televangelista neopentecostal Marilyn Hickey pregou o Evangelho para um milhão de muçulmanos num dos maiores centros do islamismo radical do mundo. Foi um verdadeiro milagre, pois Marilyn é uma avó de 85 anos. Quem poderia imaginar uma idosa sendo tão poderosamente usada por Deus, curando enfermos e expulsando demônios?
Ainda mais sobrenatural é que Marilyn é mulher, pois as culturas islâmicas tratam as mulheres, na melhor das hipóteses, como seres humanos de segunda categoria, pouco melhores que animais de carga e prazer.
Mas muitos apologetas como Peters não veem o sobrenatural de Deus numa avó de 85 anos pregando para um milhão de muçulmanos. Eles veem apenas “heresias” pentecostais.
E se a vovó neopentecostal tivesse declarado que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja”?
E se em vez de pregar para um milhão de muçulmanos no poder do Espírito, a vovó neopentecostal tivesse proposto diálogo ecumênico com os líderes muçulmanos? Peters e os apologetas aplaudiriam ou condenariam?
O neopentecostalismo não é, como acredita Peters, uma ameaça espiritual à igreja. Mas certamente o islamismo é tal ameaça.
O islamismo está crescendo assustadoramente na Europa, o berço do calvinismo. As igrejas calvinistas europeias, sem forças para enfrentar essa ameaça, estão definhando e morrendo. Mas as igrejas neopentecostais estão crescendo na Europa. E quando o Espírito Santo move, uma vovó de 85 anos prega para um milhão de muçulmanos!
“As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus,” disse Jesus. O caso dessa vovó é só um deles, mas Peters e seus colegas apologetas calvinistas vão continuar demonizando a vovó e o Espírito Santo que a usa, enquanto suas igrejas calvinistas europeias estão morrendo, e a igreja da vovó se enche de muçulmanos.
Justin Peters é conhecido nos EUA por participar de cruzadas do teólogo calvinista ultra-radical John MacArthur. O objetivo das cruzadas é apresentar o pentecostalismo como um movimento marcado por práticas demoníacas, principalmente com relação aos dons sobrenaturais. Para eles, não há dúvida: o pentecostalismo é do diabo.
No Brasil, Peters ficou conhecido depois de ser palestrante da VINACC, causando um alvoroço ali por tentar defender a teoria cessacionista, que nega que o Espírito Santo dá hoje dons sobrenaturais.
Na visão de Peters, uma vovó de 85 anos não pode pregar para um milhão de muçulmanos, pois tal sobrenaturalidade é diabólica. Mas poderia, se tivesse forças humanas, pregar para esse um milhão de muçulmanos que o Espírito Santo não dá revelações hoje. Isso seria um grande desapontamento espiritual, pois muitos muçulmanos estão se convertendo a Jesus Cristo depois de terem sonhos sobrenaturais com Jesus.
Nem uma vovó neopentecostal nem muçulmanos que se convertem por meio de sonhos sobrenaturais têm lugar na teologia seca de Peters.
Com tal teologia, só lhe resta condenar o neopentecostalismo e defender “diálogo” com muçulmanos.
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